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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O dilema das novas máquinas fotográficas

Divulgação
MULTIMÍDIA - NV100HD da Samsung

Não basta ser boa, elas têm que ser melhores do que as dos supercelulares

Bruno Galo

E aí, pensando em aposentar a máquina fotográfica e abraçar de vez o celular com câmera? Se a sua resposta for sim, sugiro que pense de novo.

As novas digitais estão cada vez mais baratas e com mais recursos. É possível encontrar opções de 6.2 megapixels a partir de R$ 299, enquanto outras, mais caras, contam com opções que podem incluir detector automático de sorrisos, tela touch-screen, proteção à prova d’água, superzoom e vídeos em alta definição. A nova geração de máquinas fotográficas amadoras não parece disposta a baixar a guarda para os supercelulares e suas câmeras cada vez mais onipresentes.

E por falar nos telefones móveis, o mais famoso deles, o iPhone, serviu de inspiração para quase todos os fabricantes de máquinas digitais. Alguns modelos resolveram aderir à tela sensível ao toque, que permite acionar os controles com a ponta dos dedos diretamente no visor de LCD. Infelizmente, a novidade está – por enquanto – disponível apenas nos modelos mais caros. Caso sirva de consolo, entretanto, em alguns casos a interface deixa muito a desejar e nem de longe lembra o aparelhinho da Apple.

O fato é que hoje as câmeras digitais já se tornaram uma coisa comum. Afinal, quase todos têm a sua. Diante desse impasse, os fabricantes tem investido na criatividade, além da contínua melhoria na qualidade das imagens, para seduzir o consumidor e fazê-lo partir para a compra de uma nova câmera.

Há opções para todos os gostos e bolsos. O Link testou seis – que variam entre R$ 899 e R$ 1.999 – e indica outros quatro – entre R$ 299 e R$ 1.999 – para ajudar aqueles que querem trocar de modelo ou apenas entrar na era da fotografia digital. Apesar de uma das câmeras testadas oferecer superzoom, são todos modelos destinados a amadores. Leves, fáceis de transportar e com controles simples, elas agradam em cheio ao fotógrafo casual.

É bem verdade, que algumas câmeras são tão caras que correm o risco de fazerem sucesso apenas nas vitrines. Eis o dilema dos fabricantes, quanto mais avançadas, mais caras elas se tornam. E se elas não melhorarem, correm o risco de perder a preferência do público para os celulares.

De qualquer forma, vale a pena conhecê-las. Afinal, a tecnologia que hoje está disponível apenas em um modelo mais caro pode amanhã aterrissar em outra mais em conta. Segundo um estudo da GFK Marketing Services, em um ano, as máquinas digitais tiveram o preço reduzido em pelo menos 20% no Brasil. Mesmo assim, o preço das câmeras no País é um dos mais caros do mundo.

Trazemos ainda um guia para você entender todos os termos associados as digitais (megapixels, zoom digital, estabilizador óptico, etc.) e não errar na hora da compra. Além disso, oferecemos algumas dicas de acessórios bastante úteis mesmo para quem não pretende trocar de modelo. Então, boa leitura e boas fotos!

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