Mas quando o desejo de ganhar, de crescer, de vencer desafios e o desejo de desbravar o desconhecido falam mais alto, sonhamos acordados, as janelas de nossa alma, nossos olhos, hipnotizam os que se atrevem a se aproximarem e cada vitória é intensamente comemorada até o nascimento de uma nova meta.
Quando iniciei o meu primeiro negócio, tive medo. Mas eu me perguntei: o que tenho a perder? Quando listei de forma objetiva o que tinha a perder, cheguei a conclusão que era era praticamente nada. Tinha 23 anos, sem patrimônios, filhos e sequer um sobrenome a zelar na sociedade.
Mas quando me perguntava o que tinha a ganhar, percebi que a lista era interminável, embora, pela minha visão limitada da época, os benefícios que listei não era nem 1% do que de fato viria a descobrir ao longo do caminho.
A real é que vivemos numa sociedade do medo, da insegurança, da vergonha, do terror de pagar mico, onde a timidez é cultuada e os que tomam a iniciativa são vítimas de bullying. É o culto a mediocridade, fortalecido pela omissão daqueles que deveriam ser os maiores incentivadores, é reverenciado como forma de inclusão. Isso acontece na prática, nivelando por baixo. Em outras palavras, para criar a falsa sensação de inclusão, todos são de fato excluídos.
Muitas vezes, algumas poucas palavras seriam o suficiente, como por exemplo, "parabéns", "eu acredito em você", "você tem talento. Não desista", "não se importe com as críticas. Siga adiante", ou então um simples abraço, aplausos ou um olhar de aprovação.
A coisa não é tão complicada como as vezes os olhos de quem vê, foram condicionados a enxergar. Acredite em você. Acredite no seu futuro, sem medo, mas com entusiasmo e esperança.
Sonhar continua sendo melhor do que ter medo :)

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